Quando passei pela porta vi você de longe, estavas feliz flertando com todo mundo. Aquele teu brilho nos olhos, grande autoconfiança se embalando com o ritmo alegre. Passei os olhos pelo teu corpo, separando as palavras que te definiam, no momento havia certa definição. De repente fomos apresentados e suas mãos, mesmo que geladas, transmitiram todo o teu calor. Não nos desgrudamos naquele momento, ficamos conectados em pensamento enquanto a mulitdão nos empurrava, saístes do meu lado e logo te encontrei novamente, não queria te perder de vista, eu precisava sentir aquelas mãos novamente. Eu atraí aquilo, aquele momento. Logo trocamos doces palavras sussurradas aos berros. Logo nos acaricíamos. Logo, brigamos. Minha palavra contra a tua. Minha verdade contra tua insegurança. Acostumado com a vontade saciada fácil. Acostumado em dominar com a lábia, você me provocou logo no segundo encontro duvidando, julgando, me comparando com tuas outras. Os teus medos eram os meus. Querias tudo da tua maneira, esqueceu de me agradar. Esqueceu que eu era uma nova pessoa e não mais uma sombra que deita no teu lar. É importante para eu deixar marcas, mesmo que leves. Marcas doces que tragam boas lembranças. Sou totalmente segura quando me mostram o chão, quando seguram firme minha mão. Somos compatíveis nesse sexo, nesse tato, quem sabe em outra ginga a gente se esbarre, encontre e logo se desencontre.
domingo, julho 26, 2009
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